"tipo assim a primeira ideia nunca pensaram voces quando ligam para algum serviço e falamos com uma voz bueda esquesita e a primeira que nos vem a cabeça incoscientemente é: EPAH O GAJO DEVE SER UM DO CARA*****FUINHA. COM AQUELA VOZ" disse o Pedro

04 February, 2009

AS PERGUNTAS MAIS ESCANDALOSAS QUE SE FIZERAM ATÉ HOJE NOS OPERADORES DE CALL CENTER.

"A minha mulher não saiu de casa à espera que a viessem montar!"
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- "O senhor tem computador?"
- "Tenho sim... tá ao fundo da escada! É o da água ou o da luz?"
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"Boa tarde! Era para activar o meu desqualificador."
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"Bom dia! Eu quero ter o canal sexual em minha casa..."
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"Era para saber se já tinham motivado a minha tvbox!"
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Uma cliente: "Atão vieram cá montar a minha vizinha de cima e não me montaram a mim porquê???"

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"Era só para dar o numero do pib para descontar no banco."
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Uma cliente: "Era só para dizer que já me montaram... Aliás, acabaram mesmo agora de me montar, e por acaso fiquei muito satisfeita... fiquei mesmo, o que é foram-se logo embora sem me sintonizar os canais..."
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"Era só para activar a TVSporting..."
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Uma cliente: "Pois... realmente montaram-me lá em cima e depois montaram-me em baixo e quanto a isso tudo bem.

Só não gostei foi que me riscassem o chão todo!!!"

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"Tenho a Superbox ligada"

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"Queria desistir da playbox"

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Despiste técnico:
Assistente: "Desligue e ligue a powerbox e já deve ficar a funcionar"
Clt: "Já fiz e não dá nada!!"
Assistente: "Depois de ligar a powerbox, que luzes é que tem acesas?"
Clt: A da sala e a da cozinha, porquê, faz interferência?"

Assistência Técnica rede móvel:

O Sr. quer que eu tire o chispe?

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Olhe, queria saber se já tenho o room service activado.

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Olhe, só liguei para dizer que se alguém me ligar pode deixar mensagem, porque agora vou desligar o telemóvel.

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Não tenho fax, eu quero é que me envie um fax por carta.

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Menina, queria que o meu número não aparecesse nos retrovisores dos outros telemóveis

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Cliente: Olhe, queria alterar o meu tarifário para Hamburger Life.

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Cliente: Fiz uma chamada para outra pessoa e tiraram-me dinheiro do telemóvel. Mas então sou eu que pago?

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Assistente: A senhora deverá ligar o número do serviço para ouvir as suas mensagens.

Cliente: Ligo para esse número e peço para falar com quem?

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[dificuldade em captar rede]

Assistente: Experimente retirar a antena e voltar a colocá-la.

Cliente: Nem pensar! A antena vem agarrada e depois parto isto tudo... Dava cabo da minha vida.

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Cliente brasileira: Ponham um sambinha na música de espera! Estes fados são horriveis!

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Cliente: Queria saber se o meu número está conferencial ou não...

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[indicação de teclado bloqueado e de rede disponível]

Cliente: O meu telemóvel tem um garfo e uma colher no visor...

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Assistente: Qual é a marca e o modelo do seu equipamento?

Cliente: É um Inox 510.

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Cliente: Que quer dizer isto... chamadas de emergência?

Assistente: Significa que o telemóvel da senhora não tem rede neste momento
e só pode fazer chamadas de emergência.

Cliente: Ai, que alívio! Pensei que era para ligar para o Hospital. Estava
aflita a pensar quem é que estaria nas emergências.

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Cliente: Estou aqui com um problema no meu telemóvel...

Assistente: Qual é exactamente a situação?

Cliente: É que agora não me lembro do ping e o que é pior é que perdi o pum...

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Assistente: Qual é a marca do seu telemóvel?

Cliente: É um... É um... Brosch...

Assistente: Um Bosch 509?

Cliente: ... Um Mostorbosch...

Assistente: Um Mitsubishi?

Cliente: Isso, um Masturbischi.

11 January, 2009

24 December, 2008

Crafts


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02 December, 2008

26 November, 2008

"A maioria dos portugueses que se dividem entre duas actividades - 6,4 por cento da população empregada - não tem a idade da professora de inglês. Analisando dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), Nádia Simões, professora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e membro do Observatório Europeu do Emprego, revela que estes trabalhadores têm, em média, 45 anos. Cerca de 78 por cento são casados. E é na zona centro do país que se concentram mais casos.
Os dados do INE divulgados esta semana mostram que entre Julho e Setembro havia 334.300 trabalhadores com dois empregos, uma subida de 2,5 por cento comparando com o mesmo período do ano passado, e de dez por cento face a 2006. Contudo, este foi o valor mais baixo do ano. No segundo trimestre, 343.200 trabalhadores conciliaram duas actividades, altura em que se atingiu o valor mais elevado dos últimos dez anos. Pegando nos dados anuais do Eurostat, percebe-se que desde 1996 tem havido uma tendência gradual de aumento. As excepções à regra surgem em 1999, 2004 e 2006, anos em que se registou uma descida, face ao período homólogo (ver gráfico). "A evolução poderá ter uma componente cíclica. A actividade secundária é basicamente auto-emprego e há uma tendência para o trabalho independente aumentar em períodos de maior dificuldade", diz Nádia Simões. Segundo a investigadora, a maioria dos trabalhadores exerce a segunda actividade de forma isolada. "Ao contrário do que se poderia pensar, o tipo de vínculo na segunda profissão não é 'part-time'. Cerca de 70 por cento dos homens e 59 por cento das mulheres fazem-no a recibo verde", avança. A descida no número de pessoas com dois empregos, registada este terceiro trimestre, pode ser explicada com a menor procura em sectores que, com a crise financeira, estão em dificuldades."

In "Público"
Trabalhos dobrados para pagar as contas
Ana Rute Silva

24 November, 2008

Não estou a incomodar?

"Bom, eu hoje de manhã cedinho, meti-me no autocarro e vim a correr para aqui para dizer que me custa muito isto que querem fazer aos nossos emigrantes. Tanto, que tal como o Presidente da República, também vou vetar essa coisa dos portugueses que vivem lá fora não poderem votar por correspondência. Vê-se logo que isto é obra de quem não sabe o transtorno que é perder um dia de trabalho para se ir tratar desses assuntos pessoalmente.
É que ainda para mais, nem todos os emigrantes estão em França e no Luxemburgo e se metem cá em dezasseis horas de carro. Aliás, eu tenho um sobrinho meu, que, coitado, mesmo sendo emigrante, a conduzir não passa dos duzentos e vinte quilómetros hora. Nem mesmo quando vem nos Pirinéus a ouvir o José Malhoa, que é uma coisa que puxa a velocidade.
E depois, há que ver também, que nem todos os emigrantes são como o Cristiano Ronaldo, que pode alugar um jacto particular, cada vez que quer ir pôr o seu "voto" na respectiva ranhura.
Aqui para nós que ninguém nos ouve, isto de não deixarem os emigrantes votarem por correspondência só pode ser dor de cotovelo. Por eles viverem em países mais desenvolvidos, em que, por exemplo, quando uma pessoa vai de manhã ao médico da Caixa, chega a casa a tempo de jantar.
Eu estou para ver se os emigrantes se chateiam com isto tudo, como vai ser no Verão?! Sim, quando os portugueses vão todos para essas ilhas tropicais das Canárias… e da Armona. Quem é que vai comprar tanto cabaz e tanta rifa que se vende por esse Interior fora? Olhem, não contem comigo, que mal me sobra dinheiro para arranjar o cabelo cada vez que vou com o Gouveia ao Centro Comercial comer uma bola de gelado.
Claro, eu compreendo que para quem recebe os votos, aquilo possa ser muito chato, pois quando os senhores dos correios acordam com os pés de fora da cama são muito brutinhos a pôr a correspondência na caixa do correio, valha-me Deus. Eu já não é a primeira nem a segunda vez que mando vir uma malhazinha daquela modista francesa, a “La Redoute” e o embrulho me chega todo amachucado.
Mas, pronto, vale-lhes o senhor Presidente da República que nestas coisas dos emigrantes não é nada tolo. Até porque quando anda pelo estrangeiro a falar de tudo e tudo e tudo, sabe-lhe bem comer o seu bacalhauzinho."

cito donarosete acerca do voto dos emigrantes.