"tipo assim a primeira ideia nunca pensaram voces quando ligam para algum serviço e falamos com uma voz bueda esquesita e a primeira que nos vem a cabeça incoscientemente é: EPAH O GAJO DEVE SER UM DO CARA*****FUINHA. COM AQUELA VOZ" disse o Pedro

11 January, 2009

24 December, 2008

Crafts


Please Visit my Blog, there is load of new stuff :)



02 December, 2008

26 November, 2008

"A maioria dos portugueses que se dividem entre duas actividades - 6,4 por cento da população empregada - não tem a idade da professora de inglês. Analisando dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), Nádia Simões, professora do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e membro do Observatório Europeu do Emprego, revela que estes trabalhadores têm, em média, 45 anos. Cerca de 78 por cento são casados. E é na zona centro do país que se concentram mais casos.
Os dados do INE divulgados esta semana mostram que entre Julho e Setembro havia 334.300 trabalhadores com dois empregos, uma subida de 2,5 por cento comparando com o mesmo período do ano passado, e de dez por cento face a 2006. Contudo, este foi o valor mais baixo do ano. No segundo trimestre, 343.200 trabalhadores conciliaram duas actividades, altura em que se atingiu o valor mais elevado dos últimos dez anos. Pegando nos dados anuais do Eurostat, percebe-se que desde 1996 tem havido uma tendência gradual de aumento. As excepções à regra surgem em 1999, 2004 e 2006, anos em que se registou uma descida, face ao período homólogo (ver gráfico). "A evolução poderá ter uma componente cíclica. A actividade secundária é basicamente auto-emprego e há uma tendência para o trabalho independente aumentar em períodos de maior dificuldade", diz Nádia Simões. Segundo a investigadora, a maioria dos trabalhadores exerce a segunda actividade de forma isolada. "Ao contrário do que se poderia pensar, o tipo de vínculo na segunda profissão não é 'part-time'. Cerca de 70 por cento dos homens e 59 por cento das mulheres fazem-no a recibo verde", avança. A descida no número de pessoas com dois empregos, registada este terceiro trimestre, pode ser explicada com a menor procura em sectores que, com a crise financeira, estão em dificuldades."

In "Público"
Trabalhos dobrados para pagar as contas
Ana Rute Silva

24 November, 2008

Não estou a incomodar?

"Bom, eu hoje de manhã cedinho, meti-me no autocarro e vim a correr para aqui para dizer que me custa muito isto que querem fazer aos nossos emigrantes. Tanto, que tal como o Presidente da República, também vou vetar essa coisa dos portugueses que vivem lá fora não poderem votar por correspondência. Vê-se logo que isto é obra de quem não sabe o transtorno que é perder um dia de trabalho para se ir tratar desses assuntos pessoalmente.
É que ainda para mais, nem todos os emigrantes estão em França e no Luxemburgo e se metem cá em dezasseis horas de carro. Aliás, eu tenho um sobrinho meu, que, coitado, mesmo sendo emigrante, a conduzir não passa dos duzentos e vinte quilómetros hora. Nem mesmo quando vem nos Pirinéus a ouvir o José Malhoa, que é uma coisa que puxa a velocidade.
E depois, há que ver também, que nem todos os emigrantes são como o Cristiano Ronaldo, que pode alugar um jacto particular, cada vez que quer ir pôr o seu "voto" na respectiva ranhura.
Aqui para nós que ninguém nos ouve, isto de não deixarem os emigrantes votarem por correspondência só pode ser dor de cotovelo. Por eles viverem em países mais desenvolvidos, em que, por exemplo, quando uma pessoa vai de manhã ao médico da Caixa, chega a casa a tempo de jantar.
Eu estou para ver se os emigrantes se chateiam com isto tudo, como vai ser no Verão?! Sim, quando os portugueses vão todos para essas ilhas tropicais das Canárias… e da Armona. Quem é que vai comprar tanto cabaz e tanta rifa que se vende por esse Interior fora? Olhem, não contem comigo, que mal me sobra dinheiro para arranjar o cabelo cada vez que vou com o Gouveia ao Centro Comercial comer uma bola de gelado.
Claro, eu compreendo que para quem recebe os votos, aquilo possa ser muito chato, pois quando os senhores dos correios acordam com os pés de fora da cama são muito brutinhos a pôr a correspondência na caixa do correio, valha-me Deus. Eu já não é a primeira nem a segunda vez que mando vir uma malhazinha daquela modista francesa, a “La Redoute” e o embrulho me chega todo amachucado.
Mas, pronto, vale-lhes o senhor Presidente da República que nestas coisas dos emigrantes não é nada tolo. Até porque quando anda pelo estrangeiro a falar de tudo e tudo e tudo, sabe-lhe bem comer o seu bacalhauzinho."

cito donarosete acerca do voto dos emigrantes.

13 November, 2008

Manteiga!!!!

Mas onde é que se foi buscar a idéia que só porque vivemos no estrangeiro não temos acesso à manteiga Primor?!!! Estamos na Irlanda não perdidos numa terreola no fim do mundo. O facto de estarmos por estas bandas podemos passar a vida a irmos a essas bandas 3/4 vezes ao ano!!! Eu cá já me encontro por cá há 6 anos e devo dizer que me encontro bem. E tu? Estás bem por águas portuguesas?!! Provavelmente pertences a alguma família que te dá mesada e por essa razão tens montes de tempo para desperdiçar a escrever comentários tão interessantes como o futebol!

Tenho dito.